terça-feira, 30 de junho de 2009

Resumão Pré-Prova Natureza da informação

Em cima da hora mas pra alguêm talvez seja útil:

Erros e códigos de detecção:
Detecção de erros por paridade:
Sabendo a posição do bit de erro pro caso de paridade par usa-se a regra:

Deve haver um número par de 1's logo se há um numero par de 1's o bit de paridade é 0


Por paridade ímpar usa-se a regra:
Deve haver um número ímpar de 1's logo se há um numero ímpar de 1's o bit de paridade é 0

EXEMPLO:
1001 Paridade Par 0,Paridade Impar 1
1111 Paridade Par 0,Paridade Impar 1
1011 Paridade Par 1,Paridade Impar 0
1010111 Paridade Par 1,Paridade Impar o

Se o bit de paridade tiver no começo(Vermelho) as mensagens acima ficariam:
1001 Par : 01001 Ímpar: 11001
1111 Par: 01111 Ímpar: 11111
1011 Par: 11011 Ímpar: 01011
1010111 Par: 11010111 Ímpar: 01010111

Detecção e Correção Por henning:
O código de henning usa bits de paridades em locais específicos da mensagem:
Pra saber quantos bits são necessários deve-se seguir a equação 2^p Maior Igual d+p+1.

Sendo assim o menor numero que satisfazer a equação é o numero de bits de paridade necessários:
Por exemplo uma mensagem de 4 bits precisa de 3 bits de paridade pois :
2^3 Maior igual que 4+3+1
8 Maior igual 8

Você deve colocar os bits de paridade em potências de 2 na posição e o numero binário da posição indica com quais bits ele está fazendo paridade> por exemplo a mensagem de 4 bits: 1010



Posição1234567
Posição Binária011011100101110111
Tipo do BitPPDPDDD

Onde P é paridade e D é digito normal :
O numero 1 na posição binária indica quais posições ele monitora:
o da posição 1 monitora todos que tenham 1 no começo ou seja 3,5 e 7.
O da posição 2 todos que tenham 2 na segunda posição ou seja 3,6 e 7.
E o da posião 4 todos que tenham 1 no final ou seja 5,6,7

Logo nosso código de paridade om paridade par ficaria

1011010 em que os bits de paridade estão em vermelho.
Sendo assim se houver um erro é possivel traçar em qual posição houve o erro

Para traçar o erro simplesmente pegue os bits q ele monitora e faça a paridade
Vamos introduzir um erro na posição 6 trocando o 1 por 0


P1
1X1X0X0
P2X01xx00
P3XXX1000
Por paridade a linha P1 daria 0 a linha P2 daria 1 e a linha P3 daria 1 .
Pegue essa sequencia invertida. Será
110 que nos dará a posição (que é 6).


Algebra Booleana

Operadores Booleanos:
E se for verdadeiro E verdadeiro então retorna verdadeiro.
OU se for qualquer um dos valores verdadeiros então retorna verdadeiro
Não Se for verdadeiro retorna falso, se for falso retorna verdadeiro
XOR: Se for APENAS 1 verdadeiro e o OUTRO falso retorna verdadeiro.

Simplificação de expressões:
  • Agrupe por grupos de E.
  • Simplifique as que tiverem variáveis iguais:
  • Remova os pontos que não contribuem;
Por exemplo na seguinte notação com o ! indicando um não.

A.!B+!B.A+C.D.E+!C.D.E+E.!C.D

enxergando tudo que tem . como bloco e os + como separadores dos blocos.
Peguemos lugares em que tenham variaveis iguais:

Então teriamos :

(A.!B+!B.A)+(C.D.E+!C.D.E+E.!C.D)

No primeiro bloco A e Não B ou Não B e A é a mesma coisa. Logo ficamos com
(A.!B)+(C.D.E+!C.D.E+E.!C.D)
No segundo bloco !C.D.E OU E.!C.D que vem a ser a mesma coisa então cortamos esse bloco
e ficamos apenas com
(A!B)+(C.D.E+!C.D.E)
Nessa expressão o C não contribui em nada logo C.D.E OU !C.D.E é igual a D.E
Ae ficamos com (A!B)+(D.E)

Conversões de bases numéricas
Decimal para binário:
  • Divide por 2;
  • Pega o resto;
  • Usa-se o resultado da divisão ;
  • e sai na ordem INVERSA ou seja o ÚLTIMO numero achado será o primeiro a colocar.
Por exemplo: 35
35/2= 17 e resto 1
17/2= 8 e resto 1
8/2= 4 e resto 0
4/2= 2 e resto 0
2/2 =1 e resto 0
1/2= resto 1
Logo 35 é 100011

Decimal pra hexadecimal
Siga os passos a cima dividindo por 16 ao invés de 2.

Binário para hexadecimal
Cada Hexa dá um grupo de 4 bits, converta-os individualmente.
Por exemplo:
FAB
F=15, A=10 e B=11 Logo FAB= 1111 1010 1011.

Decimais não inteiros para binário:
  • Multiplica por 2.
  • Pega o numéro após a virgula(que é 0 ou 1)
  • Usa-se a parcela apos a virgula no próximo cálculo.
  • E sai na ordem DIRETA ou seja o primeiro número é o primeiro após a virgula e assim por diante;
Binário não inteiro para decimal:
  • Pega o número após a virgula e faz vezes 2^base negativa
Por exemplo 0,1011 é 2^-1+2^-3+2^-4 .
Que é 1/2+1/8+1/16

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Resumo Natureza da Informação II

Sinais devem ser processados, seja para serem transmitidos quanto por razões de custo,qualidade ou etc.
Métodos de tratar sinais:
  • Atrasos
  • Mudança de Escala
  • Soma de sinais
  • fitragem(Nao se deixa passar sinais acima de certo ponto ,abaixo de certo ponto e etc)
  • Modulação & Demodulação(basicamente muda de tempo contínuo pra tempo discreto e vice-versa)
  • Multiplexação & De-Multiplexação(Combina-se vários sinais a fim de formar um de maior banda)
Alguns Termos:
  • DTSP: Processamento de sinais de tempo discreto
  • DSP:Processador de sinais digitais
  • C/D e D/C: Usado pra indicar a entrada e saída do processo, no caso C/D quer dizer que entra contínuo e sai discreto e no caso de D/C quer dizer que entra discreto e sai contínuo.
Conversão de sinais com de analógico pra tempo discreto
Tempo discreto quer dizer tempo com inteiros e só.
A conversão é feita por um período de amostragem pra pegar qual a representação "melhor" q vc consegue e depois o sinal é convertido

Vantagens de um sinal digital:

  • Evita ruido pois pode ser regenerado(Um sinal analógico pode vir com mto "lixo" e é dificil separar o lixo do q vc quer, enquanto que um digital se vier com lixo o mesmo geralmente é despresível)
  • facilidade de ajuste, é mais fácil dei mplmentar filtros
  • facilidade de interconexão
Um sinal digital pode ter mais de um representante analógico. Então se você converte um sinal pra digital e não sabe por exemplo o passo dele. O mesmo pode significar diferentes sinais.

Com oo exercício 1 do NI03i.pdf que diversos sinais discretos podem produzir(com o msm passo na amostragem) o msm sinal contínuo.
Qlqr duvida fala aqui que tento,se souber, explicar melhor

terça-feira, 9 de junho de 2009

Natureza da Informação Resumão 1

Depois de um pequeno hiato vou tentar retomar as atividades aqui.
O resumo a seguir é de natureza da informação, como vcs devem saber alguns professores estão dando conteúdo diferente para essa matéria de forma que vou me ater ao conteúdo do meu professor.
O material usado aqui é copiado descaradamente do material disponível no COL das aulas do professor Irineu Antunes Júnior
SINAL: Uma FUNÇÃO de algo que seja de seu interesse.(temperatura em função do tempo, batidas cardiacas,dados sendo enviados por um download e etc)

Classificação de sinais
Quanto a variavel indepentende(O valor de X)
  • uma variável 1-D (unidimensionais)
  • 2-D (bidimensionais)
  • ou, de maneira geral, M-D (multidimensionais).
Quanto a amplitude(O valor de Y)
  • Tempo contínuo:Quando a variavel independente é continua(Numeros reais tipo 1,5 ou 2 ou 1,777)
  • Tempo Discreto:Variável de tempo discreta(Só inteiros)
  • Analógico:Tempo continuo com amplitude continua(ambos numeros reais ,ou seja, pode quebrado)
  • Digital: Tempo continuo e amplitude continua(ambos assumindo valores inteiros com a amplitude não sendo necessariamente 0 e 1)
EXEMPLO
Nos sinais acima os que tem tempo(variável independente ) discretos são A e B. sendo que o A é analógico. Os que tem tempo contínuo são C e D . e o D é digital(possui o Y discreto)

Sinais periódicos: Se repetem de tempos em tempos o menor período de repetição é dito T


NOTA: Agora chega uma parte que eu não domino bem. Os textos acima eu apostaria que estão certos(eu não tenho nenhum doutorado) mas os a seguir são o MEU ENTENDIMENTO do caso e não necessariamente o que é.Use por sua conta e risco
Tipos de sinais
De energia: Se a energia é limitada(Não Infinita)
De Potência: Se a potência é limitada(Não infinita)

A energia é dada por :
Nessa formula a soma da energia em todos os pontos .
Um sinal períodico teria uma energia definida no perido de forma q essa soma se a energia tivesse um valor diferente de zero(ou seja qlqr sinal q tivesse ao menos um termo q não fosse zero) daria uma soma de infinitos termos positivos.
Sendo assim A MEU VER, qlqr sinal períodico nunca será um sinal de energia e qualquer sinal q tenha um fim será de energia.

A potência é dada por :

No caso do sinal periódico vc pode pegar a potência só no período (que acho que vem a ser N na equação da direita).
E na equalão da esquerda creio que o M venha a ser o número de parcelas(no caso ficaria 1/2*infinito vezes a soma de -infinito até +infinito).

Aparentemente essa é uma fórmula importante a decorar e se o valor dessa conta não der infinito o sinal é de potência.

NA sequência tentarei resumir o arquivo da 3ª aula e quem sabe colocar algo de algum exercício.

sábado, 2 de maio de 2009

Cheatsheet Estrutura da matéria aumentada e reformatada

Dei uma aumentada na formulário vai da aula 8-14 pulando a 12(radiação);
E uma diagramada pra melhor compreensão
O link do arquivo em jpg: http://www.2shared.com/file/5600989/115dfabe/CheatSheet20.html
E pra quem quiser aproveitar o trabaho de copia e cola o arquivo em PSD: http://www.2shared.com/file/5601017/904a301a/CheatSheet20.html

terça-feira, 28 de abril de 2009

Primeiro Formulário(CheatSheet) estrutura da matéria

Tem um negócio que chama cheatSheet e basicamente é um monte de coisa junta.
Com base nas aulas 8-11 do professor Alexsandre Lago fiz um formulário disponível em PDF
http://www.2shared.com/file/5534032/24fc5e5b/cheatSheet1.html
Tem muito espaço em branco(pretendo adcionar mais conteúdo outra hora)
A parte relevante dele está na imagem abaixo(Sugiro baixar o pdf)
Se tudo der certo resumo e coloco na mesma cheat sheet aulas 12-14 até sexta(Radiação e funções de onda)

Estrutura da Matéria:Raios-X e Efeito Comptom

Retomando estrutura da matéria e ainda tentando seguir tudo de uma forma rápida e sintática:

RAIOS-X:
-Gerados por tubos que geram um fluxo de eletrons(Logo a origem se dá na periferia dos átomos enquanto raios gama são gerados no núcleo dos
-não são desviados por campo eletromagnético.
-Grande poder de penetração
-É um fóton, uma onda-partícula e obedece E=hf=hc/λ

A emissão de raios-X ocorre a transformação da energia cinética do elétron na energia do fóton.

eVAC= hf(max)= hc/ λ(min)
Essa fórmula acima indica que o fóton(raio-x) mais energético é produzido quando TD energia cinética do eletron é usada pra produção dele.Ou que a frequência máxima (e consequentemente a energia máxima) se daria com o menor comprimento de onda.

Em um exercício de uma lista a questão era a seguinte:
Se você deseja produzir raios X de 1 Angstron (10-10 m) no laboratório, qual a voltagem
mínima de aceleração dos elétrons?
R: Bastava colocar 1 angstron em λ. Obteria-se
eVac=1,9878*10-15J
resultando em Vac=12408V


Efeito Compton:
  • Efeito de espalhamento entre fóton e eletron.
  • O elétron NÃO absorve o fóton como antes.
  • O fóton sai com uma frequência diferente da antes da colisão e se espalha com certo ângulo.
Fórmulas:
E=pc
Logo
p=hv/c = h/λ
Em que p é momento.

  • Na colisão o fóton transfere momento.
  • O momento do fóton Antes=Momento do fóton após+momento do eletron
  • A fórmula que nos da o angulo de espalhamento e a variação da frequência está na imagem a seguir:
Em que h/m0C=0,0243*10-10 e o angulo é o angulo de espalhamento do fóton em relação a onde o eletron estava(x).

Para analisar o efeito compton deve-se levar em conta que ele é relativistico ou seja acontece na velocidade da luz

sábado, 18 de abril de 2009

Resumão Origens da Vida-História da vida na terra I

Não é minha matéria mais forte(Aula se sábado e balada de sexta fazem a nota fica baixa) mas resumir biológicas é mais fácil que exatas.
Estou me basenado na aula da professora Simone R. Freitas acho. De qlqr forma são os slides que o professor André Eterovic utili

Condições para a fossilização: -Isolamento dos cadáveres da erosão atmosférica
-Presença de esqueleto interno ou externo("bichos-gosma" não viram fósseis
-Sedimentos envolventes devem ser finos (p.ex. argila ou silte)
-Meio deve ser anaeróbico (menos detritívoros)
-Clima frio e seco (baixa temperatura inibe a ação de agentes bacterianos)
zou na aula.

Então pra fossilizar tem que estar soterrado, não pode apodrecer e deve haver algo a ser conservado(ossos) ou impresões do ser no solo.

O nível de oxígenio na terra variou com o tempo, quanto mais oxigênio mais portáveis os animais se tornaram.E extinções ocorreram de tempos em tempos assim como variaçõs do nivel do mar
EonEra/PeríodoInícioAcontecimentos
Pré-CambrianoArqueano4,6 bilhõesPrimeiros organismos unicelulates;

1% do oxigênio atual;

Formação de estromatólitos
Proterozóico2,6 bilhões5% do nível de oxigênio;

Ciclo dos continentes ocorre até formar rodínia;

Surge os eucariontes;

Primeiros organismos multicelulares

Oxigenação da atmosfera e oceanos

Primeiros fungos


Fauna de Ediacara (600-570 m.a.) [ Invertebrados marinhos de corepo mole]

FanerozóicoPaleozóico/
Cambriano
545 milhões de anosNível de oxigênio: “próximo” do atual;
“Explosão” das formas vivas, incluindo

Origem dos principais filos de invertebrados


Os primeiros cordados

Paleozóico/
Ordoviciano
510 milhões de anos Domínio dos Trilobitas

Primeiros vertebrados sem mandíbula

Extinção em massa
: 75% das espécies desaparecem (inclusive quase todos os corais)
Paleozóico/
Siluriano
440 milhões de anos Dois super-continentes se formam

Nível dos mares sobe

Primeiras plantas terrestres


Diversificação dos peixes mandibulados

Primeiros peixes ósseos

Primeiros invertebrados terrestres
Paleozóico/
Devoniano
408 milhões de anos Diversificação dos peixes

Proliferação da vida terrestre


Primeiros insetos


Primeiros anfíbios


Colisão dos continentes no final do período

Extinção em massa:
75% das espécies desaparecem (principalmente invertebrados marinhos e muitos peixes)
Paleozóico/
Carbonífero
360 milhões de anosGrandes reservas de carvão

Abundância de anfíbios

Primeiros répteis


Primeiros organismos com conchas
Paleozóico/
Permiano
290 milhões de anosPrimeiras coníferas

Radiação dos répteis e declínio dos anfíbios

Continentes agregados na Pangea


Grandes formações glaciares

Clima seco

Extinção em massa: 96% das espécies desaparecem(principalmente marinhas)inclusive trilobitas

Mesozóico/
Triássico
245 milhões de anos Diversificação dos invertebrados marinhos

Primeiros dinossauros


Primeiros mamíferos


Pangea se desloca

Extinção em massa:
65% das espécies desaparecem (principalmente espécies marinhas e algumas espécies terrestres)
Mesozóico/
Jurássico
210 milhões de anosDois super-continentes se formam:
Laurásia (norte) e Gondwana (sul);

Grandes dinossauros
dominam a Terra;

Primeiras aves:
Archeopteryx;
Mesozóico/
Cretáceo
145 milhões de anosPrimeiras plantas com
flores

Diversificação dos
mamíferos e plantas superiores

Meteorito cai no México

Extinção em massa: 76% das espécies
desaparecem (dinossauros, muitos gêneros
marinhos e muitas outras espécies)
Cenozóico/
terciário
65 milhões de anosContinentes em posição semelhante à atual

Diversificação das aves, mamíferos, plantas
superiores e insetos

Primeiros hominídeos

Gênero Homo surge
Cenozóico/
Quaternário
1,8 milhões de anosGlaciações repetidas

Diversificação do homem

Homo sapiens surge:500 mil anos atrás

Extinção de grandes mamíferos

Esta tabela acima foi construída com base nos slides.
Copiando a conclusão das aulas abaixo:
1. Tudo na Terra tem “evoluido” (mudado no tempo),
inclusive o próprio planeta Terra:
– oxigênio disponível na atmosfera
– posição das placas continentais
– clima
– nível dos mares
– biota
2. A superfície da Terra carrega as marcas (rochas e
fósseis) de sua história que servem como indícios
para reconstruir a história do nosso planeta
3. Conservar os sítios geológicos e paleontológicos
onde estão estas marcas é fundamental para
conhecermos melhor nossa história evolutiva